A maior parte das peças de vestuário que chegam ao Quénia a partir de doações de países europeus não vão parar às mãos de pessoas necessitadas. Ao invés, entra num circuito lucrativo de compra e venda que asfixia a indústria têxtil local. Este negócio, que por um lado dá emprego a milhares de pessoas em mercados, está na mira das autoridades da África Oriental, que planeia proibir a entrada deste tipo de produtos de caridade para reativar a indústria têxtil local.

Fonte: El País

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Última atualização: 7 Junho 2021