O director do Instituto de Gestão do património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR), Gonçalo Couceiro, determinou auditorias ambientais aos monumentos de forma a implementarem-se boas práticas a este nível.

“Logo em Dezembro, determinei que se fizessem auditorias ambientais aos monumentos porque, se têm de apresentar conteúdo científico, têm também de ter conteúdo ambiental adequado”, disse Gonçalo Couceiro.

Esta nova política em relação ao património “passa pelas comunicações, gestão de energia, dos resíduos“, entre outros aspectos, afirmou.
Algumas das medidas:
-Colocação de ecopontos em alguns monumentos;
Eliminação de água engarrafada nos serviços: “Não faz sentido gastarmos um dinheirão no tratamento de água que nos permite bebê-la e depois estar a usar garrafas de plástico que têm um elevado custo ambiental”- disse.
-Dísticos junto das fontes de energia alertando para o seu uso comedido;
-Utilização de lâmpadas de baixo consumo nos monumentos portugueses: “Também na iluminação exterior iremos ter em conta equipamentos mais eficientes sem deixar o monumento apagado” – referiu.
Contenção de custos: “Temos de saber gastar bem o dinheiro”, disse Couceiro, referindo-se aos custos que representa o desperdício.
-Nas intervenções nos monumentos, Gonçalo Couceiro exige “boas práticas” e o “cumprimento de todas as regras, quer com os entulhos, quer nos procedimentos de obra“.
2010 marca o começo desta nova atitude nos monumentos portugueses: “conteúdo científico mas adequadas práticas ambientais”, quer nos serviços, quer junto dos visitantes.
Nem nos levavam a sério, no estrangeiro, se não tivéssemos estas preocupações.
Fonte: tvi24
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Última atualização: 7 Junho 2021

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