Uma indústria moderna e competitiva é aquela que opera de forma sustentável, minimizando seu impacto ambiental e promovendo práticas justas e éticas em toda a sua cadeia de valor.
Segundo uma estimativa da ONU de 2019, o sistema alimentar global foi responsável por 21-37% das emissões de Gases com Efeito de Estufa (GEEs).
O Relatório sublinha a urgência de tomar medidas ambiciosas e mostra que se agirmos agora ainda podemos assegurar um futuro sustentável e habitável para todos.
A Organização Europeia de Consumidores quer proibir estas etiquetas pois na produção de alimentos ou produtos há sempre a libertação de gases poluentes.
Portugal tinha-se comprometido a pôr fim à utilização de carvão para produzir eletricidade até 30 de novembro de 2021 e atingiu esse objetivo antes do fim do prazo.
Vários líderes mundiais como o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, o Príncipe Charles, o presidente dos EUA, Joe Biden, o presidente da França, Emmanuel Macron e o primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, enquanto promovem esforços para reduzir as emissões de carbono, deslocaram-se em jatos privados para a Conferência em Glasgow.
Só as microalgas da Ria de Aveiro capturam anualmente da atmosfera cerca de 12400 toneladas de carbono, o equivalente ao carbono emitido por 10000 pessoas.